Cristão é agredido por multidão depois de declarar-se ex-muçulmano
Um ex-muçulmano convertido ao cristianismo sofreu agressões enquanto ministrava um estudo bíblico num vilarejo ao norte de Bangladesh, onde trabalha há três anos para a Igreja Presbiteriana de Bangladesh. O homem, que não pôde ter o nome divulgado por questão de segurança, foi cercado e agredido por um grupo de moradores.
No último dia 17, o cristão estava lendo a Bíblia, quando cerca de 30 pessoas se uniram para atacá-lo. A princípio, o ex-muçulmano foi questionado sobre sua opção religiosa e sofreu censura por parte do grupo que, minutos depois, se transformou numa multidão de quase 900 pessoas.
Os manifestantes levaram o cristão para um lugar deserto, onde novamente fizeram perguntas sobre sua fé. Um líder religioso muçulmano, que fazia parte da multidão, perguntou se ele era de família cristã ou convertido. Quando o homem deu a segunda opção como resposta, o grupo se enfureceu e atacou o cristão com insultos, empurrões e socos. O líder o acusou de inimigo do Islã.
A esposa, que também não pôde ter o nome revelado por questão de segurança, foi informada da violência e procurou uma delegacia. Lá, ela deu queixa e conseguiu, com muita dificuldade, convencer a polícia a ir ao local para socorrer seu esposo.
O cristão só conseguiu sobreviver porque a polícia interveio. Mesmo depois das agressões, o homem foi detido e mantido em confinamento. Na delegacia, ele não sofreu agressões. O cristão só libertado após o pagamento de 700 takas (US$ 10).
Um ex-muçulmano convertido ao cristianismo sofreu agressões enquanto ministrava um estudo bíblico num vilarejo ao norte de Bangladesh, onde trabalha há três anos para a Igreja Presbiteriana de Bangladesh. O homem, que não pôde ter o nome divulgado por questão de segurança, foi cercado e agredido por um grupo de moradores.
No último dia 17, o cristão estava lendo a Bíblia, quando cerca de 30 pessoas se uniram para atacá-lo. A princípio, o ex-muçulmano foi questionado sobre sua opção religiosa e sofreu censura por parte do grupo que, minutos depois, se transformou numa multidão de quase 900 pessoas.
Os manifestantes levaram o cristão para um lugar deserto, onde novamente fizeram perguntas sobre sua fé. Um líder religioso muçulmano, que fazia parte da multidão, perguntou se ele era de família cristã ou convertido. Quando o homem deu a segunda opção como resposta, o grupo se enfureceu e atacou o cristão com insultos, empurrões e socos. O líder o acusou de inimigo do Islã.
A esposa, que também não pôde ter o nome revelado por questão de segurança, foi informada da violência e procurou uma delegacia. Lá, ela deu queixa e conseguiu, com muita dificuldade, convencer a polícia a ir ao local para socorrer seu esposo.
O cristão só conseguiu sobreviver porque a polícia interveio. Mesmo depois das agressões, o homem foi detido e mantido em confinamento. Na delegacia, ele não sofreu agressões. O cristão só libertado após o pagamento de 700 takas (US$ 10).
Fonte: www.elnet.com.br
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